(...) Caí em meu patético período de desligamento. Muitas vezes, diante de seres humanos bons e maus igualmente, meus sentidos simplesmente se desligam, se cansam, eu desisto. Sou educado. Balanço a cabeça. Finjo entender, porque não quero magoar ninguém. Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser bom com os outros, muitas vezes tenho a alma reduzida a uma espécie de pasta espiritual. Deixa pra lá. Meu cérebro se tranca. Eu escuto. Eu respondo. E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali.
“Eu poderia escrever um texto para essa foto, tudo que pensei ao ver de perto esse senhor sorrindo com o que estava lendo e o mais legal de tudo é que nenhum funcionário ficou vigiando ou quis tirá-lo da loja.”
A leitura é universal, pra todos e por todos. Me fez mais feliz olhar pra essa foto. Sorri junto :)
“Perguntaram a este senhor se ele estava comprando um cartão para sua esposa. E ele respondeu: “Minha esposa morreu há 3 anos atrás, de câncer, mas todos os anos no dia dos namorados ainda lhe compro um cartão e flores para que ela saiba que sempre foi, e sempre será a única no meu coração.”